domingo, 30 de junho de 2013

Traduzindo Pieyre de Mandiargues - La motocyclette


Alguns dias atrás  antes das manifestações  decidi executar uma tarefa que estava na geladeira há muito tempo: ler livros de bolso que comprei no sebo ainda no tempo da faculdade. Escolhi um, meio que aleatoriamente, que à época senti dificuldade de entender devido à pouca intimidade com a língua francesa: "La Motocyclette" de André Pieyre de Mandiargues.

Para a minha surpresa, o que eu pensava que seria feito com os pés nas costas está sendo feito aos trancos e barrancos. Depois dessa decepção, fiquei pensando se era falta de concentração ou se a língua francesa, em vez de mãe, seria sempre aquela madrasta torturadora de enteados... Ora, como tenho uma personalidade que me impulsiona a ir a fundo quando não compreendo algo, decidi fazer o óbvio... traduzir.

Pois bem, meu objetivo não é traduzir o livro todo; traduzirei apenas os trechos que eu considerar importantes para a compreensão, para desembolar o meio de campo. Para quem quiser ler a tradução do livro, sugiro procurar no google. Não li a tradução para não influenciar esta brincadeira este projeto. Portanto, a priori vou postar aqui as duas etapas da tradução em que o primeiro resultado será a tradução "crua", sem revisão, e depois a tradução revisada por mim mesmo, com as modificações que penso ser as menos "doídas", tendo em conta que toda e qualquer tradução sofre perdas (algumas parecem ganhar, vide Paulo Coelho), mas que também não é a única e sim uma sugestão. As últimas traduções serão feitas pelas máquinas de tradução sem revisão: "nua e crua". Vamos lá!


Trecho original
Maintenant que les cris d’oiseaux se sont tus, et qu’il faut faire attention à conduire prudemment la motocyclette, car un cycliste pourrait déboucher comme un fou à cette heure où les rues n’ont pas de circulation, Rébecca Nul se détache peu à peu du rêve avec lequel son départ est si étroitement lié qu’il se distingue à peine des choses de la nuit. Ainsi allait son rêve, ou du moins ce qu’elle se rappelle encore : elle se trouvait portée par l’une des hautes branches d’un arbre très haut, sous un ciel inégalement sombre, comme si le soleil n’arrivait pas à percer les nuages, et elle avait conscience d’avoir été mise là pour figurer la fleur de l’arbre et pour offrir son épanouissement au soleil quand les rayons triompheraient du brouillard. Des oiseaux volaient autour d’elle, plongeaient et remontaient ; d’autres étaient perchés à portée de ses mains. Plus bas, un homme qui dans le rêve était son mari, Raymond, mais qui ne lui ressemblait pas, grand, maigre et dégingandé tandis que le véritable Raymond est un peu courtaud, s’avançait avec des manières de chat sur l’une des maîtresses branches, et dans son allure il y avait une menace assez notable. Alors elle avait fait un violent effort pour se dégager du règne végétal et pour reprendre la faculté de se mouvoir, la capacité de donner l’alarme. Avec une émotion intense, elle s’était entendue prononcer les mots «pilleur de nid», cependant que se déchirait brusquement le tissu de son rêve, et qu’elle se retrouvait au lit, toute raide et la gorge serrée, à côté de Raymond qui avait grommelé comme en réponse et s’était tourné vers elle sans cesser de dormir. Pourtant un bruit de volière entrait dans la chambre, car la fenêtre n’était pas fermée, c’était l’aube, et plus de cent oiseaux chantaient à plein gosier dans le jardin. La petite maison qu’avait louée Raymond Nul était bâtie en dehors de Haguenau, sur la route de Bitche, non loin de la forêt.Entourée de ces divers chants et de piaillements qu’elle n’écoutait pas mais qui retombaient sur elle comme des gouttes d’eau, tandis que s’effilochaient les images du rêve, Rébecca pendant quelques minutes avait gardé une immobilité complète, et si Raymond s’était réveillé alors et l’avait embrassée, elle serait restée au lit, sans doute, et se fût rendormie plus tard. Elle avait attendu, sentant sa respiration sur son épaule, entendant un léger ronflement. Puis elle avait eu la certitude qu’il ne se réveillerait pas et qu’elle ne retrouverait pas le sommeil. Au lieu de le réveiller, comme elle aurait pu faire, elle s’était abandonnée à des pensées d’espace et de grand air qui provenaient du songe autant que du chant des oiseaux, et ces pensées avaient pris un chemin qu’elle connaissait pour s’y être déjà laissé entraîner plus d’une fois.

Tradução sem revisão


Agora que os cantos dos pássaros cessaram e que é preciso prestar atenção para pilotar prudentemente a motocicleta, pois um ciclista poderia desembocar como um louco a esta hora em que as ruas não têm trânsito, Rébecca Nul se afasta pouco a pouco do sonho com o qual sua partida está estreitamente ligada que ele mal se distingue das coisas da noite. Assim seguia seu sonho ou, pelo menos, o que ela ainda lembra: ela se encontrava sustentada por um dos altos galhos de uma árvore muito alta, sob um céu inigualavelmente escuro, como se o sol não conseguisse perfurar as nuvens, e ela tinha consciência de ter sido colocada lá para representar a flor da árvore e para oferecer seu desabrochar ao sol quando os raios trinfarem o nevoeiro. Pássaros voavam ao seu redor, mergulhavam e subiam novamente; outros estavam pousados ao alcance de suas mãos. Mais baixo, um homem que no sonho era seu marido, Raymond, mas que não se parecia com ele, alto, magro e desengonçado ao passo que o verdadeiro Raymond é um pouco parrudo, avançava como se fosse gato sobre um dos galhos principais, e em sua aparência havia uma ameaça bastante notável. Então, ela fez um esforço violento para se libertar do reino vegetal e para recuperar a faculdade de se movimentar, a capacidade de alertar. Com uma emoção intensa ela se ouviu pronunciar as palavras "saqueador de ninho", entretanto rasgava bruscamente o tecido de seu sonho, e ela se encontrava na cama, toda dura e a garganta fechada, ao lado de Raymond que resmungou como resposta e se virou para ela sem parar de dormir. Entretanto, um barulho de jaula entrava no quarto, pois a janela não estava fechada, era a alvorada e mais de cem pássaros cantavam esgoelando-se no jardim. A casinha que Raymond Nul alugou foi construída fora de Hagueneau, na estrada de Bitche, não distante da floresta. 
Cercado por esses diversos cantos e pios que ela não escutava, mas que caíam sobre ela como gotas d'água, enquanto esmaeciam as imagens do sonho, Rébecca durante alguns minutos manteve-se completamente imóvel, e se Raymond tivesse acordado e a abraçado, ela teria ficado na cama, sem dúvida, e dormiria mais tarde. Ela esperou, sentindo sua respiração sobre seu ombro, ouvindo um leve ronco. Então ela teve a certeza de que ele não acordaria e que ela não sentiria sono de novo. Em vez de acordá-lo, como ela poderia ter feito, ela deixou-se abandonar em pensamentos bucólicos e de ar fresco provenientes tanto do sonho quanto do canto dos pássaros, e esses pensamentos tomaram um caminho que ela conhecia por já ter-se deixado levar mais de uma vez.


Tradução com revisão


Agora que os cantos dos pássaros cessaram e que é preciso atenção para conduzir prudentemente a motocicleta, pois um ciclista poderia cruzar o caminho como um louco a esta hora em que as ruas não têm trânsito, Rébecca Nul se distancia pouco a pouco do sonho com o qual a sua ida está tão estreitamente ligada que mal se distingue das coisas da noite. Assim seguia seu sonho ou, ao menos, do que ela ainda consegue se lembrar: ela se encontrava sustentada por um dos altos galhos de uma enorme árvore, sob um céu inigualavelmente escuro, como se o sol não conseguisse transpassar as nuvens, e ela sabia que foi colocada lá para representar a flor da árvore e para oferecer seu desabrochar ao sol quando os raios triunfassem o nevoeiro. Pássaros voavam ao seu redor, davam mergulhos e subiam novamente; outros permaneciam pousados ao alcance de suas mãos. Mais abaixo, um homem que no sonho era seu marido, Raymond, alto, magro e desengonçado, mas que não se assemelhava com o verdadeiro Raymond porque este é meio parrudo, avançava tal como um gato sobre um dos galhos principais, e havia um ar de ameaça bastante notável em sua aparência. Então, ela fez um esforço violento para se libertar do reino vegetal e recuperar os movimentos, a capacidade de alertar. Com uma emoção intensa ela se ouviu dizer as palavras "saqueador de ninho", enquanto rasgava bruscamente o tecido de seu sonho, e se encontrava na cama, paralisada e com a garganta apertada, ao lado de Raymond que deu um resmungo e se voltou para ela sem parar de dormir. No entanto, um som de viveiro entrava no quarto, pois a janela não estava fechada, era alvorada e mais de cem pássaros cantavam alto no jardim. A casinha que Raymond Nul alugou foi construída fora de Hagueneau, na estrada de Bitche, não distante da floresta. 
Cercado por esses cantos e gorjeios diversos que ela não escutava, mas que recaíam sobre ela como gotas d'água, enquanto as imagens do sonho esmaeciam, Rébecca manteve-se, durante alguns minutos, completamente imóvel, e se Raymond tivesse acordado e a tivesse abraçado, ela teria permanecido na cama, sem dúvida, e logo dormiria novamente. Ela esperou, sentindo sua respiração sobre seu ombro, ouvindo um leve ronco. Então, ela teve a certeza de que ele não acordaria e que ela não sentiria sono de novo. Em vez de acordá-lo, como poderia tê-lo feito, ela deixou-se abandonar em pensamentos bucólicos e de ar fresco provenientes tanto do sonho quanto do canto dos pássaros, e esses pensamentos seguiram por um caminho que ela conhecia por já ter se deixado levar por ele mais de uma vez.

Tradução com Google Tradutor
(Mais abaixo veja a comparação dos textos)


Agora que os gritos dos pássaros se calam, e ter cuidado para conduzir a motocicleta com cuidado, porque um ciclista pode levar como um louco neste momento onde as ruas não têm tráfego, Rebecca Não tem poucas apenas um sonho com que sua saída está tão estreitamente ligados que mal se distingue das coisas da noite. Assim era o seu sonho, ou pelo menos ela ainda se lembra: ele foi usado por um dos galhos mais altos de uma árvore de altura, sob um céu escuro de forma desigual, como se o sol não podia penetrar as nuvens, e ela estava consciente de ter estado lá para incluir a flor da árvore e proporcionar o seu desenvolvimento, quando o sol raios triunfo nevoeiro. Pássaros voando ao redor, mergulho e voltou, outros foram empoleirado ao alcance de suas mãos. Mais abaixo, um homem no sonho era o seu marido, Raymond, mas não como ele, alto, magro e desengonçado, enquanto o Raymond real é um pouco, formas avançadas atarracadas para conversar com um dos ramos, e sua aparência não era uma ameaça bastante significativo. Em seguida, ela fez um esforço violento para desengatar o reino vegetal e recuperar a capacidade de mover-se, a capacidade de dar o alarme. Com intensa emoção, ela tinha ouvido proferir as palavras "ninho ladrão" quando de repente rasgou o tecido de seu sonho, e ela encontrou-se na cama, rígida e um nó na garganta, perto Raymond que tinha como rosnou em resposta e se virou para ela, sem parar para dormir. No entanto, aviário ruído entrou na sala, porque a janela não foi fechada, que era madrugada, e mais de uma centena de pássaros cantavam em voz alta no jardim. A pequena casa tinha alugado Não Raymond foi construído fora de Haguenau na estrada para Bitche, não muito longe da floresta.
Cercado por essas várias canções e gritos, ela não estava escutando, mas caiu sobre ele como gotas de água, enquanto imagens de sonho desgastados, Rebecca por alguns minutos manteve imobilidade completa, e se Raymond então acordou e beijou-a, ela teria ficado na cama, sem dúvida, e estava dormindo novamente mais tarde. Ela esperou, sentindo sua respiração em seu ombro, ouvindo um leve zumbido. Então, ela teve a certeza de que ele não iria acordar e ela não iria encontrar o sono. Em vez de acordar, como ela poderia ter, ela abandonou os pensamentos de espaço e ar fresco que vieram do sonho, tanto quanto o canto dos pássaros, e esses pensamentos tinham tomado um caminho que ela sabia para já a ser envolvido, uma vez mais.

Tradução da Microsoft


Agora que os gritos das aves caiu silenciosos, e que ele deve ter cuidado na condução da motocicleta, porque um ciclista pode levar como um louco neste momento onde as ruas não têm nenhum tráfego, Rébecca Nul significa pouco a pouco o sonho com que sua saída é tão intimamente ligada que difere as coisas da noite. Assim era o seu sonho, ou pelo menos o que ela ainda se lembra: ele foi usado por um dos ramos de uma árvore muito alta, sob um céu escuro de forma desigual, elevados como se o sol não conseguiu romper as nuvens, e ela estava ciente de ter estado lá ser a flor da árvore e oferecer a florescer no sol quando os raios olhando nevoeiro. Aves voavam ao seu redor, mergulhou e voltaram; outros foram empoleirados ao seu alcance. Mais abaixo, um homem que no sonho era seu marido, Raymond, mas que parecia não lhe grande, magro e esguio enquanto o Raymond real é um pouco Stumpy, projetava com formas de bate-papo em um dos principais ramos, e na sua aparência, houve uma ameaça muito significativa. Em seguida, ela teve um esforço violento para emergir da planta do Reino e para retomar a faculdade de mover-se, a capacidade de dar o alarme. Com intensa emoção, ouve-se pronunciar as palavras "ninho de ladrão de túmulos", no entanto é que foi de repente destroçando o tecido do seu sonho e que ela estava na cama, todo duro e garganta apertada ao lado de Raymond, que tinha grommelé como resposta e transformou-se a ele sem parar para dormir. Ainda um ruído de aviário entrou na sala, porque a janela não foi fechada, era madrugada e mais de cem aves cantaram na garganta cheia no jardim. A pequena casa que tinha alugado Raymond Nul foi construída fora de Haguenau, na estrada de Bitche, não muito longe da floresta.

Rodeado por estas várias músicas e cantando o que ela não ouvir, mas que caiu sobre ele como gotas de água, enquanto que effilochaient imagens de sonho, Rebecca alguns minutos tinha mantido uma imobilidade completa, e se Raymond acordei depois e tinha beijado, ela permaneceu na cama, sem dúvida e foi rendormie mais tarde. Ela esperou, sentindo sua respiração no seu ombro, ouvi um ronco leve. Em seguida, ela teve a certeza de que ele não iria acordar-se e que ele não levaria a dormir. Em vez de acordar, como ela poderia ter feito, ela foi abandonada a pensamentos de espaço e ar puro que veio do sonho tudo o que os pássaros cantando e esses pensamentos tinham tomado um caminho que ela sabia ser já ser deixada levar mais de uma vez.

Traduções do Google e da Microsoft comparadas

Agora que os gritos dos pássaros se calamdas aves caiu silenciosos, e que ele deve ter cuidado para conduzir a na condução da motocicleta com cuidado, porque um ciclista pode levar como um louco neste momento onde as ruas não têm nenhum tráfego, Rebecca Não tem poucas apenas um Rébecca Nul significa pouco a pouco o sonho com que sua saída estáé tão estreitamente ligados que mal se distingue das intimamente ligada que difere as coisas da noite. Assim era o seu sonho, ou pelo menos o que ela ainda se lembra: ele foi usado por um dos galhos mais altosramos de uma árvore de alturamuito alta, sob um céu escuro de forma desigual, elevados como se o sol não podia penetrarconseguiu romper as nuvens, e ela estava conscienteciente de ter estado lá para incluirser a flor da árvore e proporcionar o seu desenvolvimento, oferecer a florescer no sol quando o solos raios triunfoolhando nevoeiro. Pássaros voando Aves voavam ao seu redor, mergulhomergulhou e voltou,voltaram; outros foram empoleiradoempoleirados ao seu alcance de suas mãos.. Mais abaixo, um homem que no sonho era o seu marido, Raymond, mas que parecia não como ele, altolhe grande, magro e desengonçado,esguio enquanto o Raymond real é um pouco,  Stumpy, projetava com formas avançadas atarracadas para conversar comde bate-papo em um dos principais ramos, e na sua aparência não era, houve uma ameaça bastante significativo.muito significativa. Em seguida, ela fezteve um esforço violento para desengatar o reino vegetalemergir da planta do Reino e recuperarpara retomar a capacidadefaculdade de mover-se, a capacidade de dar o alarme. Com intensa emoção, ela tinha ouvido proferirouve-se pronunciar as palavras "ninho de ladrão" quando de túmulos", no entanto é que foi de repente rasgoudestroçando o tecido dedo seu sonho, e que ela encontrou-seestava na cama, rígidatodo duro e um nó na garganta, perto  apertada ao lado de Raymond, que tinha grommelé como rosnou em resposta e transformou-se virou para ela,a ele sem parar para dormir. No entanto, aviário  Ainda um ruído de aviário entrou na sala, porque a janela não foi fechada, que era madrugada, e mais de uma centena de pássaros cantavam em voz altacem aves cantaram na garganta cheia no jardim. A pequena casa que tinha alugado Não Raymond Nul foi construídoconstruída fora de Haguenau, na estrada parade Bitche, não muito longe da floresta.
Cercado
Rodeado por essasestas várias cançõesmúsicas e gritos,cantando o que ela não estava escutandoouvir, mas que caiu sobre ele como gotas de água, enquanto que effilochaient imagens de sonho desgastados, Rebecca por alguns minutos manteve tinha mantido uma imobilidade completa, e se Raymond então acordouacordei depois e beijou-atinha beijado, ela teria ficadopermaneceu na cama, sem dúvida, e estava dormindo novamentefoi rendormie mais tarde. Ela esperou, sentindo sua respiração emno seu ombro, ouvindoouvi um ronco leve zumbido. Então. Em seguida, ela teve a certeza de que ele não iria acordar-se e elaque ele não iria encontrar o sonolevaria a dormir. Em vez de acordar, como ela poderia ter feito, ela abandonou osfoi abandonada a pensamentos de espaço e ar frescopuro que vieramveio do sonho, tanto quanto tudo o canto dosque os pássaros, cantando e esses pensamentos tinham tomado um caminho que ela sabia parasera ser envolvido,deixada levar mais de uma vez mais.

Usar ou não usar máquinas de tradução, depende muito do objetivo do tradutor, por exemplo:
  1. Iniciar o dia de bom humor depois de dar várias risadas com o resultado;
  2. Chorar depois de ter percebido que a máquina não vai te ajudar porque a tradução é URGENTE! 
  3. Fazer um cata-cata de palavras e aproveitar aquelas que você achou interessante...
  4. Não usar porque já testou e viu que não presta.
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